O que você olharia se tivesse apenas três dias de visão?
Helen Keller, cega e surda desde bebê, dá a sua resposta neste belo ensaio, publicado no Reader's Digest (Seleções)
Várias vezes pensei que seria uma benção se todo ser humano, de repente, ficasse cego e surdo por alguns dias no princípio da vida adulta. As trevas o fariam apreciar mais a visão e o silêncio lhe ensinaria as alegrias do som. De vez em quando testo meus amigos que enxergam para descobrir o que eles vêem. Há pouco tempo perguntei a uma amiga que voltava de um longo passeio pelo bosque o que ela observara. "Nada de especial", foi à resposta. Como é possível, pensei, caminhar durante uma hora pelos bosques e não ver nada digno de nota? Eu, que não posso ver, apenas pelo tacto encontro centenas de objetos que me interessam. Sinto a delicada simetria de uma folha. Passo as mãos pela casca lisa de uma bétula ou pelo tronco áspero de um pinheiro. Na primavera, toco os galhos das árvores na esperança de encontrar um botão, o primeiro sinal da natureza despertando após o sono do inverno. Por vezes, quando tenho muita sorte, pouso suavemente a mão numa arvorezinha e sinto o palpitar feliz de um pássaro cantando. Às vezes meu coração anseia por ver tudo isso. Se consigo ter tanto prazer com um simples toque, quanta beleza poderia ser revelada pela visão! E imaginei o que mais gostaria de ver se pudesse enxergar, digamos por apenas três dias. Eu dividiria esse período em três partes. No primeiro dia gostaria de ver as pessoas cuja bondade e companhias fizeram minha vida valer a pena. Não sei o que é olhar dentro do coração de um amigo pelas "janelas da alma", os olhos. Só consigo "ver" as linhas de um rosto por meio das pontas dos dedos. Posso perceber o riso, a tristeza e muitas outras emoções. Conheço meus amigos pelo que toco em seus rostos. Como deve ser mais fácil e muito mais satisfatório para você, que pode ver, perceber num instante as qualidades essenciais de outra pessoa ao observar as sutilezas de sua expressão, o tremor de um músculo, a agitação das mãos. Mas será que já lhe ocorreu usar a visão para perscrutar a natureza íntima de um amigo? Será que a maioria de vocês que enxergam não se limita a ver por alto as feições externas de uma fisionomia e se dar por satisfeita? Por exemplo, você seria capaz de descrever com precisão o rosto de cinco bons amigos? Como experiência, perguntei a alguns maridos qual a exata cor dos olhos de suas mulheres e muitos deles confessaram, encabulados, que não sabiam. Ah, tudo que eu veria se tivesse o dom da visão por apenas três dias! O primeiro dia seria muito ocupado. Eu reuniria todos os meus amigos queridos e olharia seus rostos por muito tempo, imprimindo em minha mente as provas exteriores da beleza que existe dentro deles. Também fixaria os olhos no rosto de um bebê, para poder ter a visão da beleza ansiosa e inocente que precede a consciência individual dos conflitos que a vida apresenta. Gostaria de ver os livros que já foram lidos para mim e que me revelaram os meandros mais profundos da vida humana. E gostaria de olhar nos olhos fiéis e confiantes de meus cães, o pequeno scottie terrier e o vigoroso dinamarquês. À tarde daria um longo passeio pela floresta, intoxicando meus olhos com belezas da natureza. E rezaria pela glória de um pôr-do-sol colorido. Creio que nessa noite não conseguiria dormir. No dia seguinte eu me levantaria ao amanhecer para assistir ao empolgante milagre da noite se transformando em dia. Contemplaria assombrado o magnífico panorama de luz com que o Sol desperta a Terra adormecida. Esse dia eu dedicaria a uma breve visão do mundo, passado e presente. Como gostaria de ver o desfile do progresso do homem, visitaria os museus. Ali meus olhos veriam a história condensada da Terra -- os animais e as raças dos homens em seu ambiente natural; gigantescas carcaças de dinossauros e mastodontes que vagavam pelo planeta antes da chegada do homem, que, com sua baixa estatura e seu cérebro poderoso, dominaria o reino animal. Minha parada seguinte seria o Museu de Artes. Conheço bem, pelas minhas mãos, os deuses e as deusas esculpidos da antiga terra do Nilo. Já senti pelo tacto as cópias dos frisos do Paternon e a beleza rítmica do ataque dos guerreiros atenienses. As feições nodosas e barbadas de Homero me são caras, pois também ele conheceu a cegueira. Assim, nesse meu segundo dia, tentaria sondar a alma do homem por meio de sua arte. Veria então o que conheci pelo tacto. Mais maravilhoso ainda, todo o magnífico mundo da pintura me seria apresentado. Mas eu poderia ter apenas uma impressão superficial. Dizem os pintores que, para se apreciar a arte, real e profundamente, é preciso educar o olhar. É preciso, pela experiência, avaliar o mérito das linhas, da composição, da forma e da cor. Se eu tivesse a visão, ficaria muito feliz por me entregar a um estudo tão fascinante. À noite de meu segundo dia seria passada no teatro ou no cinema. Como gostaria de ver a figura fascinante de Hamlet ou o tempestuoso Falstaff no colorido cenário elisabetano! Não posso desfrutar da beleza do movimento rítmico senão numa esfera restrita ao toque de minhas mãos. Só posso imaginar vagamente a graça de uma bailarina, como Pavlova, embora conheça algo do prazer do ritmo, pois muitas vezes sinto o compasso da música vibrando através do piso. Imagino que o movimento cadenciado seja um dos espetáculos mais agradáveis do mundo. Entendi algo sobre isso, deslizando os dedos pelas linhas de um mármore esculpido; se essa graça estática pode ser tão encantadora, deve ser mesmo muito mais forte a emoção de ver a graça em movimento. Na manhã seguinte, ávida por conhecer novos deleites, novas revelações de beleza, mais uma vez receberia a aurora. Hoje, o terceiro dia, passarei no mundo do trabalho, nos ambientes dos homens que tratam do negócio da vida. A cidade é o meu destino. Primeiro, paro numa esquina movimentada, apenas olhando para as pessoas, tentando, por sua aparência, entender algo sobre seu dia-a-dia. Vejo sorrisos e fico feliz. Vejo uma séria determinação e me orgulho. Vejo o sofrimento e me compadeço. Caminhando pela 5ª Avenida, em Nova York, deixo meu olhar vagar, sem se fixar em nenhum objeto em especial, vendo apenas um caleidoscópio fervilhando de cores. Tenho certeza de que o colorido dos vestidos das mulheres movendo-se na multidão deve ser uma cena espetacular, da qual eu nunca me cansaria. Mas talvez, se pudesse enxergar, eu seria como a maioria das mulheres – interessadas demais na moda para dar atenção ao esplendor das cores em meio à massa. Da 5ª Avenida dou um giro pela cidade – vou aos bairros pobres, às fábricas, aos parques onde as crianças brincam. Viajo pelo mundo visitando os bairros estrangeiros. E meus olhos estão sempre bem abertos tanto para as cenas de felicidade quanto para as de tristeza, de modo que eu possa descobrir como as pessoas vivem e trabalham, e compreendê-las melhor. Meu terceiro dia de visão está chegando ao fim. Talvez haja muitas atividades a que devesse dedicar as poucas horas restantes, mas acho que na noite desse último dia vou voltar depressa a um teatro e ver uma peça cômica, para poder apreciar as implicações da comédia no espírito humano. À meia-noite, uma escuridão permanente outra vez se cerraria sobre mim. Claro, nesses três curtos dias eu não teria visto tudo que queria ver. Só quando as trevas descessem de novo é que me daria conta do quanto eu deixei de apreciar. Talvez este resumo não se adapte ao programa que você faria se soubesse que estava prestes a perder a visão. Mas sei que, se encarasse esse destino, usaria seus olhos como nunca usara antes. Tudo quanto visse lhe pareceria novo. Seus olhos tocariam e abraçariam cada objeto que surgisse em seu campo visual. Então, finalmente, você veria de verdade, e um novo mundo de beleza se abriria para você. Eu, que sou cega, posso dar uma sugestão àqueles que vêem: usem seus olhos como se amanhã fossem perder a visão. E o mesmo se aplica aos outros sentidos. Ouça a música das vozes, o canto dos pássaros, os possantes acordes de uma orquestra, como se amanhã fossem ficar surdos. Toquem cada objeto como se amanhã perdessem o tacto. Sintam o perfume das flores, saboreiem cada bocado, como se amanhã não mais sentissem aromas nem gostos. Usem ao máximo todos os sentidos; goze de todas as facetas do prazer e da beleza que o mundo lhes revela pelos vários meios de contacto fornecidos pela natureza. Mas, de todos os sentidos, estou certa de que a visão deve ser o mais delicioso.
Autora: Helen Keller
Realmente, ter olhos não significa ver ou enxergar....só se vê bem com os olhos do coração....beijos
Com a aproximação do fim de ano, as festas chegando, há a sensação de que não se realizou tudo o que queria: são dívidas a serem quitadas, projetos a serem concluídos, conflitos a serem solucionados, pessoas a serem perdoadas, mudanças a serem efetivadas, casamentos a serem feitos e outros desfeitos, palavras a serem ditas; enfim, os desejos e as cobranças, principalmente as internas, se fazem presentes, tendo como prazo o final do ano. A esse leque de cobranças, somam-se ainda os múltiplos compromissos típicos do final de ano: compras, com quem e onde passar as festas, presentes, viagens, férias, etc. Todos parecem correr contra o relógio, pois o tempo parece estar cada vez mais escasso e de repente, as pessoas pensam que podem abraçar o mundo, quando muitas vezes não conseguem abraçar a si próprias. Querem achar todas as soluções, resolver tudo o que ficou pendente, retomar planos inacabados, concluir tudo aquilo que sequer começaram, ou ainda, já começam a se preocupar com as metas para o ano que vai começar. A isso tudo, soma-se ainda a ansiedade, preocupação, cansaço e estresse devido a problemas rotineiros, e a sobrecarga se torna inevitável, gerando irritação, insatisfação, enfim, uma angústia insuportável, onde geralmente a origem é creditada aos fatores externos. Mas será?
Como nem sempre as pessoas conseguem, ou sequer refletem sobre os conflitos internos, passam a se preocupar apenas com os fatores externos, como os presentes a serem comprados, a comida a ser feita, armários a serem arrumados, viagens a serem realizadas, e a reflexão fica em segundo plano, como se pensar fosse sinônimo de dor.
A proximidade do Natal com todo o seu simbolismo parece por si só mobilizar as emoções, alterando nossa afetividade e deixando-nos muitas vezes tristes. As decepções e frustrações parecem cada dia nos atingir mais. Muitos, como sentem dificuldade em identificar e lidar com o que sentem, acabam se sobrecarregando de atividades, como que para não pensar e sentir. Acumulamo-nos de compromissos não só porque é preciso realizá-los; queremos mais tempo, não só porque ele se vai rapidamente, mas principalmente para não entrarmos em contato com nossa realidade interna. Como defesa, buscamos inconscientemente fugir do encontro com os próprios sentimentos como forma de garantir menos sofrimento. Mas fugir de nada adianta.
Refletir sobre o que sentimos pode até causar dor, mas é preciso lembrar que fugir não diminui essa dor, apenas não nos torna conscientes que ela existe, e só refletindo sobre o que sentimos é que podemos fazer com que pare de doer. Precisamos nos lembrar que não somos máquinas onde ligamos e desligamos botões e esses obedecem aos novos comandos imediatamente. E que bom que somos seres humanos! Seres humanos livres para pensar, sentir, fazer novas escolhas, amar, viver!
Quando o final do ano se aproxima nos sobrecarregamos com cobranças como se quiséssemos compensar o tempo perdido. Nessa ânsia para que tudo se realize, surgem as insatisfações. Ao que você atribui o que está sentindo? Que tal refletir sobre as possíveis causas de seus sentimentos? Será que irá passar as festas com quem realmente deseja? E sua vida, está sendo conduzida da forma que realmente gostaria? Escreva sobre o que sente, isso poderá ajudá-lo a entender a origem de seus sentimentos. Agindo com consciência diminuirá sua necessidade de buscar fora, pois saberá que pode contar com o que há dentro de você, e isso fará muita diferença! Pare de correr contra o tempo, já não basta a correria diária? Você deve estar em paz consigo mesmo, e para isso não é preciso correr contra tempo, mas sim parar de se cobrar perfeição, afinal, quem é perfeito? Pare imediatamente de se criticar vendo em você somente defeitos. Será mesmo que não há nada de belo em você? Pare de fugir do espelho e se olhe com atenção, sem querer encontrar algo para criticar. Olhe com olhos de quem ama. Sabe como é aquele olhar que transmite acima de tudo compreensão e amor? Será que é possível você se olhar assim? Olhe realmente para o que há de melhor em você, e irá descobrir que você é um ser divino, que merece carinho, atenção, respeito e muito, muito amor! O melhor sempre é olhar-se internamente, assumindo sua realidade e identificando cada sentimento que há dentro de você.
A verdadeira sabedoria não é acumular informações e conhecimentos, mas colocar cada uma delas em prática. O que resolve, por exemplo, ser um profissional competente, responsável, se não percebe a hora de ir mais devagar, dar mais atenção as pessoas que ama? É importante definir prioridades para não se sobrecarregar. Mesmo cansado, as justificativas sempre são de que não se tem tempo para descansar, viajar. Mas eu pergunto: se houver um infarto e tiver que ficar 15 dias em uma UTI haverá tempo disponível? Com certeza. Mas se podemos evitar mais sofrimento com pequenas alterações na rotina diária, porque adiar para depois? Será que não poderá ser tarde demais?
Pense em tudo isso e reflita um pouco mais sobre sua vida. Afinal, todos nós temos nossos próprios limites e pode ser muito mais sábio cada um respeitar os seus, parar e refletir. E para isso, não é preciso esperar o próximo ano começar!
- esse artigo coloca muito bem o que ocorre no final de ano, os sentimentos ficam mais confusos, os traumas afloram e as depressões sobressaem...portanto, pare e pense, o mal estar é só inicial, depois passa e você sente-se mais confiante....pense....beijos
Pensamos demasiadamente Sentimos muito pouco Necessitamos mais de humildade Que de máquinas. Mais de bondade e ternura Que de inteligência. Sem isso, A vida se tornará violenta e Tudo se perderá.
O termo é aqui tratado sob um foco energético, significando energia sugada por algo ou alguém.
Por sermos um complexo energético, estamos um Sujeitos várias dimensões de interações com energias que podem ocasionar assimilação ou perda de energia.
Sugador energético é aquele que suga Energias de pessoas, animais, plantas, etc São muitos os fatores que Possibilitam este processo Desenvolver: carências afetivas, sexuais, financeiras, intelectuais, etc
Um sugador energético é definido como uma pessoa que tem uma habilidade inata de tirar energia de outros Vida Através da telepatia pessoal da contato, etc
Todos os sugadores são maus? Definitivamente, NÃO. Ele pode absorver energia, às vezes, sem perceber (inconscientemente). Alguns conhecem nem mesmo a própria natureza. Ninguém nasce com "Sou um vampiro energético" estampado no peito.
Alguns comportamentos de um sugador energético:
1 - Podem ter mudanças de humor drásticas que dependem do nível de energia e sua pessoal podem ir de um estado de excesso de energia feliz, saudável bem disposta para o Extremo depressivo. 2 - Podem entrar em estado de flutuação como depressão e baixa de energia. 3 - Açúcar Ele pode Energia de tudo e de todos que Estejam ao seu redor, até que sua energia pessoal Esteja estabilizada. 4 - Existem sugadores que drenam o outro até o ponto de esgotamento, para satisfação própria. 5 - Drenar energia de uma pessoa fraca e doente causa danos para o sugador, logo só ele suga boa energia de quem tem. 6 - Pela PELA PREFERÊNCIA Existência noturna, às vezes, uma reação ou aversão à luz.
Sintomas que uma pessoa pode ter quando está em contato energético com Sugador:
1 - poderá se sentir mal ou cansada; 2 - Esta pode acontecer fadiga mental, emocional ou fisicamente; 3 - Pode se sentir Frequentemente drenado como resultado (perdendo energia); 4 - Exposição a este tipo de drenagem de energia normalmente causa sofrimento físico.
Como um sugador energético suga energia?
1 - Pelo olhar; 2 - Contato físico -; 3 - à distância (é o caso da maioría dos sugadores); 4 - Contato sexual; 5 - Alguns tem a habilidade de Açúcar de energia não só de pessoa, como de coisas, animais, plantas, etc
O tema parece assustador, mas temos que considerar que diante de tudo que foi descrito acima você pode estar desconfiando que tem um Sugador em sua vida ou o que é pior, que você pode ser um sugador energético.
Para não causar tanto desconforto ao leitor, tenho que informar que uma maioría dos sugadores são instintivos. Eles se aproximam inconsciente por Necessidade, de pessoa com boa dose de energia: estas pessoas são alegres, prósperas, animadas, felizes ... e por este estado de boa vibração energética Poderiam estar protegidos, porém, estas pessoas quando desalinham seus pensamentos e sentimentos, sentem raiva, tristeza, sentem-se vitimizadas, carentes, atraem por sincronicidade vibracional os sugadores de plantão e este se juntam às suas afetivamente Vítimas que passam uma energia doar mais do que o outro precisa, alimentando assim um vício energético.
Por outro lado, um sugador energético é uma pessoa que precisa de ajuda para que entenda que ela pode ser sua própria geradora de energia, que ela pode ser sua fonte própria e para isto precisa de uma ajuda externa, pois A maioria deles que não sabem São sugadores.
Tanto para o sugador, quanto para uma vítima, tem solução. Pois é uma dependência energética ea doação também, logo é só mudar o padrão vibracional da vítima que o sugador não vai encontrar sintonia e vai parar com uma relação vampiresca e Manter uma relação saudável. Por sua vez, o sugador precisa buscar ajuda para se equilibrar, para acender sua luz, energia para buscar na natureza, no sol, no mar, na vegetação, boa alimentação, mas tem que fazer tratamentos energéticos para equilibrar esta dependência.
Não podemos Apontar para uma pessoa falar e aleatoriamente um sugador que ela seja, nem nos devemos também intitular só porque algumas características citadas acima são percebidas, mas pode ser feita uma AVALIAÇÃO RADIESTÉSICA para detectarmos possíveis focos de energia de baixa vibração e se identificar uma causa foi um sugador ou outras causas e fazer tratamentos energéticos personalizados tanto para equilibrar uma energia de um sugador quanto para alinhar o padrão vibracional da vítima para não sofrer mais estas interferências. Uma avaliação radiestésica quem não vai Apontar seja o seu Possível sugador, mas vai indicar, dentre outras interferências, se você tem uma origem de perda de energia fundamentada num Sugador energético.
Tanto um quanto o outro PRECISAM de ajuda para viverem bem e em comunhão.
UM SUGADOR ENERGÉTICO SÓ QUER SER AMADO, PORÉM, desconhece equilibrado O CAMINHO PARA ISTO.
ESCRITO POR UMA SENHORA COM 90 ANOS. "Para celebrar o envelhecer, escrevi 45 lições que a vida me ensinou."
1. A vida não é justa, mas ainda é boa. 2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo. 3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém. 4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato. 5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês. 6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar. 7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho. 8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele agüenta. 9. Poupe para a aposentadoria, começando com seu primeiro salário. 10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão. 11. Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague seu presente. 12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar. 13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que se trata a jornada deles. 14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele. 15 Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca. 16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente. 17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso. 18. O que não te mata, realmente te torna mais forte. 19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém. 20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite "não" como resposta. 21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante.. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial. 22. Se prepare bastante; depois, se deixe levar pela maré... 23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo. 24. O órgão sexual mais importante é o cérebro. 25. Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você. 26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar? 27. Sempre escolha a vida. 28. Perdoe tudo de todos. 29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta. 30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo. 31. Independentemente de a situação ser boa ou ruim, irá mudar. 32. Não se leve tão a sério. Ninguém mais leva... 33. Acredite em milagres. 34. Deus te ama por causa de quem Ele é, não pelo que vc fez ou deixou de fazer. 35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora. 36. Envelhecer é melhor do que morrer jovem. 37. Seus filhos só têm uma infância. 38. Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou. 39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares. 40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta. 41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa. 42. O melhor está por vir. 43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça. 44. Produza. 45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente.
Há pessoas que, diante das adversidades, crescem e aproveitam para se transformar em pessoas melhores. E há outras que simplesmente se deixam destruir. O que determina a diferença entre esses dois tipos de pessoas sempre me intrigou.
Na metade da década de 1990 eu passei por um período de sofrimento. Estava em crise profissional, financeira e afetiva. Cada novo dia parecia um fardo a ser carregado, e cada vez mais pesado. Nessas horas, gosto de ler. E entre as várias leituras a que recorri estava o livro Poder Sem Limites, do americano Anthony Robbins, uma espécie de guru do sucesso. Apesar de ser superficial a maior parte do tempo, o livro trazia o pensamento acima, e confesso que mexeu comigo. Em parte por curiosidade científica, em parte porque eu não queria, é claro, me deixar destruir por aquele momento difícil.
Seria possível transformar uma fase ruim, um período de desesperança em energia para avançar? Seria a derrota apenas uma ilusão, um rito de passagem para uma vitória pessoal, maior e mais duradoura? Como realizar essa metamorfose kafkiana invertida, fazendo surgir um novo homem a partir de um ser amorfo e repugnante? Seria eu capaz?
São apenas perguntas, mas desde Sócrates sabemos que as perguntas são mais importantes que as respostas, porque geram busca, movimento, ação. A resposta interrompe, paralisa. E provavelmente foram as perguntas acima que me motivaram a buscar a mim mesmo, ou melhor, a querer encontrar aquele homem que cresce na adversidade, que se agiganta na crise porque lança mão da força interior para confrontar a influência exterior. E foi o que aconteceu.
Sim, eu encontrei a força necessária e suficiente para virar um jogo que parecia perdido, mas isso não é prerrogativa apenas minha. Todos somos usinas de energia vital, essa força que vira trabalho, que se transforma em ação, que provoca mudança. O mérito está em mobilizar essa energia, pois também temos represas emocionais que impedem sua utilização, até certo ponto. Diante das dificuldades, podemos ficar paralisados, perplexos, pasmos com a injustiça de a vida não ser exatamente como queríamos. E corremos o risco de nos acomodar na esperança de que a solução venha de fora, quem sabe pelas mãos de um superherói ou de um anjo salvador.
Nada disso! A solução tem que vir de dentro. Nietzsche já chamava de homem superior aquele que conseguia vencer seus inimigos internos, sugerindo que nós só podemos ser derrotados por nós mesmos. É claro que tudo o que nos acontece tem um com ponente externo, mas também tem um interno, o próprio eu, que é mais forte do que imaginamos, e às vezes não acreditamos nisso. Assumir a responsabilidade é o melhor sinal de maturidade e o primeiro passo para a liberação da força interior.
E como se mobiliza essa força interna? Quando penso em forças lembrome com saudade do Carneiro, o melhor professor que tive no curso prévestibular. Ele lecionava Mecânica, a parte de Física que se encarrega de estudar a dinâmica dos corpos. “Para produzir ou alterar o movimento de um corpo é necessária a aplicação de uma força”, dizia ele. “Portanto, força é um agente capaz de modificar o estado de um objeto físico.”
E eu ficava pensando qual seria o equivalente humano para essa força modificadora. Se há tantos tipos de energia, o ser humano deveria ter um tipo especial, só seu, que lhe dá força para trabalhar, produzir arte, superar adversidades, construir história. Não é possível que sejamos apenas depósitos de combustível orgânico obtido pelo alimento, capaz de ser oxidado para poder levantar uma pedra. Eu não podia aceitar que eu fosse apenas um entreposto energético, como um rio em movimento ou uma mina de carvão.
A física, com todo seu esplendor lógico, é insuficiente para explicar o espetacular conjunto de processos que permite a um homem superar qualquer outra força da natureza, e que não pode ser simplesmente represado ou ensacado como um combustível fóssil ou renovável. Demorei a entender esse mistério, e não foi nos compêndios de física, e sim nos saberes da psicologia, na literatura e na própria vida vivida.
Estou escrevendo este artigo na semana em que o mundo reverencia os 70 anos da morte de Freud. Sua importância é imensa para o entendimento da alma humana, e isso se deve a seu trabalho pessoal e também ao trabalho de seus seguidores, que foram muitos durante sua vida, e hoje são milhares, ampliando suas ideias, ajudando a raça humana a se compreender.
Entre seus discípulos diretos esteve Erik Erikson, um jovem artista plástico alemão que se encantou pela psicanálise, mudou de área, trabalhou ao lado de Ana, a filha de Freud, e acabou migrando para os Estados Unidos, onde se fixou na Universidade de Harvard como professor e pesquisador. Seu centro de interesse era o ego e sua influência nas relações interpessoais.
A Erikson devemos a expressão “força do ego”, que nos ajuda a entender coisas do comportamento humano. Segundo suas observações, nós estamos programados para desenvolver algumas virtudes, que seriam estados de orientação para o bem e para a evolução. São elas: a esperança, a vontade, o propósito, a competência, a fidelida- de, o amor, o cuidado e a sabedoria. Ao conjunto dessas virtudes podemos dar o nome de força interior, pois quem é dotado dessas qualidades terá todas as condições para reagir às adversidades e atingir os objetivos desejados.
Entretanto, Erikson explica que o desenvolvimento dessa integridade psicológica depende de um esquema de fases psicossociais, cada uma com suas propriedades. Em cada um dos períodos de formação da criança, do jovem e também do adulto, o homem está desenvolvendo virtudes emocionais que lhe permitirão enfrentar a vida. Como essas fases são psicológicas, mas também sociais, o meio ambiente e as relações com a família e com os amigos serão determinantes na formação desse conjunto de virtudes.
Para desenvolver essas virtudes, é necessário encontrar propósitos para a vida, desenvolver conhecimentos, treinar a disciplina e conseguir criar relações humanas construtivas. Trata-se de um investimento, de um trabalho que não tem fim. São mecanismos de liberação da força vital que precisam ser criados, pois nascemos com a força, mas precisamos aprender a lidar com ela.
As situações difíceis da vida são capazes de estimular a liberação de uma força que desconhecíamos? Cada pessoa é um Adam que pode virar He-Man pela invocação de seu poder, mas isso deve ser feito com convicção. O personagem de desenho animado que animou as crianças das décadas de 80 e de 90 não levantava a espada e anunciava “Pelos poderes de Grayskull... Eu tenho a força!”, a não ser que fosse necessário. Era o perigo que liberava a energia que transformava o fracote no fortão, o medroso no herói.
Na sociedade moderna, podemos dizer que praticamente não corremos perigos físicos, como acontecia em Eternia, o planeta do He-Man e da She-Ra. Em compensação, corremos perigos emocionais ainda maiores, pois todos os dias somos assombrados pela possibilidade de fracasso, pelas perdas afetivas, pelos problemas profissionais e financeiros, pelas dúvidas existenciais. E todos os dias temos a chance e a necessidade de anunciar nossa força, ainda que, às vezes, algumas pessoas não o façam.
No mesmo ano em que me preparava para o vestibular assisti ao filme Dr. Jivago, baseado no romance de Boris Pasternak, que conta a história de pessoas comuns atingidas pela revolução russa, provavelmente um dos períodos mais turbulentos que a humanidade já produziu. Lembro- me de ter sido difícil acreditar que tudo aquilo pudesse ser verdade. Aquele sofrimento em cascata, uma desgraça atrás da outra. O jovem médico Yuri preso, afastado da família, sequestrado pelos bolcheviques para lhes prestar serviço e, ainda por cima, a dúvida entre o amor por sua mulher e a paixão por Lara. Toda essa trama épica deixou em mim uma tatuagem emocional até hoje. Aliás, descobri que podemos aprender muito sobre a alma humana através da literatura, principalmente dos clássicos russos. Eles relatam como ninguém a guerra, a injustiça, o inverno, a fome, a dor. E deixam claro que nada pode enfrentar a força do ser humano.
O destino não pergunta se estamos dispostos, simplesmente apronta das suas. Eu estava em Florianópolis na grande enchente de 1983 e presenciei cenas explícitas de grandeza humana. No fim, era um embate entre a força dos elementos e a força da alma das pessoas. Lembro-me de ter conhecido o José Carlos, um jovem pai que, ao chegar em casa, ela – a casa – não estava mais lá. Havia sido levada pela enxurrada, que por pouco não levara junto sua mulher e seus dois filhos pequenos, que, por sorte, tiveram tempo de sair. Quando lhe perguntei “E agora?”, ele me olhou com gravidade, suspirou e disse: “E agora é começar tudo de novo”. E começou, e persistiu e reconquistou sua casa – aliás, melhor que anterior.
Sim, a necessidade obriga. “O sapo pula por precisão, não pula por boniteza”, diz o escritor Guimarães Rosa. A força interior existe, mas é virtual. Não pode ser percebida a não ser quando é solicitada de verdade. E isso pode acontecer por dois motivos: por exigência do destino ou por ingerência da vontade. Ou por ambos.
“Ferramenta tens, não procures em vão”, disse Fernando Pessoa em um de seus belos poemas que nos colocam em contato conosco mesmos. “Tenha o coração sensível e use a força da mente”, termina seu verso. Sim, temos a ferramenta em nós, só precisamos usá-la. (da revista Vida Simples, por Eugenio Mussak)
É uma vergonha ver o noticiário e se deparar com um fato desde, independente de valores morais, estudar sempre foi um direito de todos, o mínimo que se poderia querer é ver uma solução adequada e educativa, afinal, tudo que se trata numa escola deve ter o objetivo educativo. Acho triste ver a cena que vi na mídia, jovens que deveriam estar mais preocupados com a politica, a corrupção, a miséria, enfim, reinvindicando melhorias para a sociedade, fazem uma baderna imoral, jovens "machista" e preconceituosos manifestando uma situação incontrolável. Para mim, isso é o reflexo da sociedade cujo os valores estão DETURPADOS OU CONTRADITÓRIOS, POIS IMORAL, NÃO É A SAIA CURTA OU JUSTA, MAS A VERGONHA QUE VEMOS TODOS OS DIAS, COM A CORRUPÇÃO, A POLITICAGEM SEM ÉTICA, OS DIREITOS SENDO RETIRADOS, ABUSOS CONTRA CRIANÇAS E IDOSOS, APOSENTADORIA MISERÁVEL. Onde estão OS JOVENS DITOS "INTELECTUAIS" QUE DEVERIAM ESTAR NAS RUAS SE MANIFESTANDO CONTRA ESSAS IMORALIDADES. Isso sim, é imoral! Ver jovens preconceituosos e machistas! isso é imoral!
A Universidade por outro lado, compactua com o preconceito, expulsando, quando deveria isto sim, conversar e usar essa situação para educar esses jovens, que é o papel da Universidade, enfim, educar é ensinar condutas adequadas e não condutas preconceituosas...Isso mostra também que vivemos numa situação ainda muito machistas, e não falo só dos homens, mas de mulheres que também assumem valores machistas. Frases como essas "A mulher serve para provocar ou seduzir.....portanto, "pede" para ser assediada!" isso é machismo puro....
Em pleno ano 2009, ainda temos que nos deparar com situações assim, autoritárias e preconceituosas, onde o direito de ir e vir livremente fica comprometido com essas atitudes idiotas e imorais....Falta de limites na Universidade! Falta de um curriculo adequado! Falta uma pedagogia adequada! .....
Essa situação é o reflexo de uma politíca que não valoriza a educação, reflexo de uma política que menospreza o conhecimento!uma politica que quer retirar o diploma! enfim....isso é só o reflexo de outras coisas que estão erradas....Triste realidade!.....
1) Psiquiatra é médico de louco. De fato o psiquiatra atende a pessoas cujas doenças se manifestam popularmente como "loucura", mas estes pacientes representam uns 5% de todos os pacientes psiquiátricos, que são de longe muito menos frequentes que os paciente com transtornos de ansiedade, depressivos e dependência qúimica por exemplo. Não se justifica portanto taxar o psiquiatra como o médico de louco a partir da minoria de seus pacientes. Esse tipo de crença popular é extremamente danoso para os demais 95% dos pacientes psiquiátricos que precisam desse atendimento e até chegarem ao consultório psiquiátrico pela prmeira vez sofreram verdadeiras torturas mentais impostas pelas pessoas ignorantes que ficam dizendo que psiquiatra é médico de louco, e seria melhor procurar um neurologista que é médico de nervos. Neste ponto cabe uma observação. A psiquiatria como especialidade médica é na verdade uma parte da neurologia, a parte que trata dos transtornos de pensamentos, emoçoes e comportamento enquanto a neurologia trata dos movimentos, das sensações, das coordenações, dos sentidos e outras funções corporais.
2) Remédios psiquiátricos são perigosos e viciam.Temos aqui um típico preconceito por generalização. Há remédios psiquiátricos que apresentam riscos e devem ser acompanhados com cuidado, como aconteve em toda a medicina. Porém 90% dos psicofármacos são seguros. Os tranquilizantes viciam de fato mas ninguém fica preso aos tranquilizantes por causa disso ao contrário do que a maioria pensa, inclusive muito médicos. O termo dependência é um termo pesado, usado para situações graves como o alcoolismo, dependência à cocaína injetável, etc. A dependência induzida pelos tranquilizantes é 100% reversível, basta que a medicação seja retirada gradualmente. A grande confusão que é que quanto a cronicidade (permanência prolongada) dos sintomas que os tranquilizantes tratam como a ansiedade. Os transtornos de ansiedade frequentemente duram décadas ou toda a vida e quando um paciente obtém os benefícios com a eliminação dos sintomas e posteriormente experimentam retirar o tranquilizante e recaem dos sintomas logo são acusados de estarem dependentes quando na verdade houve uma recaída, ou retorno dos sintomas de ansiedade. É muito difícil diferenciar os sintomas da recaída de ansiedade dos sintomas da abstinênica aos tranquilizantes, mas nessas situações a culpa é sempre do remédio, ainda que não seja possível provar. A dependência é única preocupação relevante quanto aos tranquilizantes (remédios de tarja preta). Os antidepressivos apresentam certos perigos. Os do grupo dos tricíclicos podem levar a fatalidade quanto tomados em megfa doses, já os inibidores seletivos da recaptação da serotonina não são letais mesmos em mega doses. Alguns antipsicóticos podem provocar problemas na condução elétrica do coração, o que só é preocupante em cardiopatas, pessoas sem problemas cardíacos não há maiores problemas. Há um antipsocótico que há 30 anos atrás foi relacionado há diversas mortes por inibição das células de defesa e retirado do mercado. Reintroduzido no mercado sob cuidados extremos, não provocou o mesmo efeito, pelo menos no Brasil em dez anos não nenhum relato. Crianças não podem tomar psicofármacos. Podem sim, e se beneficiam muito quando precisam deles. No entanto a maioria dos psicofármacos não foi estudada para crianças por isso recomenda-se não usá-la antes que sejam feitos os devidos testes. O fato de uma criança ter precisado de um psicofármaco não significa necessariamente que seja mais grave ou que tenha um futuro menos promissor que outras crianças de sua idade.
3) Tratamento com Choque elétrico (ECT).O tratamento com choque elétrico pela psiquiatria não está ultrapassado e é o maior exemplo das consequências que um tratamento pode ter devido à histeria social que se criou em torno desse assunto. Atualmente muitas pessoas acham que o ECT não é mais usado, quando era usado era somente um castigo imposto aos doentes mentais como se isso fosse uma coação feita à animais enjaulados. A eletroconvulsoterapia não é um tratamento bonito nem apreciável, assim como não é nenhuma cirurgia, procedimento caracterizado pela induação anestésica (estado de coma), abertura da pele por instrumento cortante, perda de sangue, risco de infecção além dos riscos inerentes de cada cirurgia. Faz-se muitas cirurgias estéticas simplesmente para se ficar mais bonito e às vezes o procedimento não dá certo e a pessoa morre ou fica com alguma sequela. Apesar disso não há rejeição social contra as cirurgias que são muito mais perigosas que o ECT, e algumas vezes muito menos necessárias que um ECT. Desde o princípio sabe-se que o ECT é um tratamento seguro ao contrário de certas medicações que apresentam riscos. Levantamentos de décadas mostraram um índice de letalidade menor do que das medicações (psiquiátricas ou não). A incidência de efeitos colaterais do ECT é menor que das medicações. Estudos realizados com pacientes submetidos ao ECT mostrou que 80% deles não apresenta nenhuma rejeição ao tratamento e o fariam novamente. A utilização na depressão é superior por conseguir tirar um paciente do quadro depressivo mais rapidamente. Presenciamos um processo de elitização do ECT, que esta´sendo retirado do sistema público de saúde e ficando apenas no sistema particular que cobra cada aplicação o preço de um pequena cirurgia. O ECT continua sendo muito usado no mundo todo, principalmente nos países desenvolvidos, contiuam surgindo publicações comprovando a apresentando vantajens deste tipo de procedimento médico. Perante tantas vantagens porque o ECT é tão rejeitado. Há pelo menos 3 principais fatores: 1- mau uso pelos profissionais (médico e enfermeiros) que ameaçavam os paciente com o choque, coisa que funcionava apenas como efeito desmoralizante uma vez que quando aplicado corretamente é indolor. 2- "denúncias" provenientes dos próprios pacientes quando estes queriam simplesmente provocar alvoroço porque se consideravam injustiçados, incompreendidos e forçadas a "se tratar". A psiquiatria é a única especialidade médica na qual o paciente muitas vezes não tem competência para avaliar seu estado mental, mas mantém certa capacidade de comunicação. Enormes mal-entendidos provenientes desse tipo de situação geraram até movimentos anti-psiquiátricos, como se fosse possível protestar contra doenças fazendo dos médicos os criadores dos males mentais. 3- O terceito fator é a mídia. Filmes, peças teatrais, livros e outros meios de comunicação geraram na população geral uma visão distorcida e errada a respeito do ECT e de outros aspectos da psiquiatria também.
4) Hospitais Psiquiatricos são desnecessários. A percentagem dos paciente que necessita de internação é pequena mas para esta o recursos da internação não pode faltar. Socialmente fica bonito falar em fechamento dos hospitais psiquiátricos que têm sido pejarativamente tratados como manicômios, como se a doença mental tivesse sido domada pelas próprias medicações que são tão rejeitadas pela mesma sociedade. Os psicofármacos fizeram de fato uma revolução na psiquiatria, mas não conseguiram resolver todos problemas. Há pacientes psicóticos crônicos que não respondem às medicações e são violentos, pondo em risco a si e seus familiares. Hà pacientes com retardo mental com elevado grau de agressividade. Há casos em particular que uma internação é inevitável. Além disso há também a realidade brasileira da probreza e da miséria. Como uma família pobre, que tem criança, idoso ou portador de alguma deficiência física em casa pode lidar com uma pessoa que não vê problema em procedimentos de risco. As famílias dos doentes mentais nessas cirucunstâncias, se não obtêm apoio estatal ou abandonarão o doente à sua própria sorte, que se otrnarão mendigos, ou se desintegrará como família, tal o sofrimento trazido pelo comportamento do paciente psiquiátrico. Nessas famílias os membros saudáveis muitas vezes têm sua vida impedida de seguir num rumo saudável e próspero porque a doença do paciente psiquiátrico consome todos os recursos dessa famíla. Há casos em que não é possível sequer, o paciente tem alta porque as condições sociais da família do doente mental não são suficientes nem para si mesmo, menos ainda para amparar o filho donete desssa família. Como pensar em fechar os hospitais psiquiátricos na crua realidade brasileira?
Importante sempre ter o acompanhamento de um profissional....beijos
Mulheres alcoólatras aprendem a consumir bebidas com as mães
Influência materna é decisiva em mulheres que desenvolveram o vício, diz estudo
Um estudo realizado pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), que envolveu 62 mulheres com cerca de 40 anos, sendo 32 delas alcoólatras, revelou que o vício do alcoolismo em mulheres é aprendido em casa, principalmente com as mães.
Para os médicos, a maior causa da existência de gerações de alcoólatras em uma mesma família não está na genética, e sim nos hábitos adquiridos na infância por influência das mães que apresentam o vício.
Após uma avaliação social e psicológica das participantes, constatou-se que em 23,3% dos casos as mulheres alcoólatras tinham mães com o mesmo vício, sendo que em 20% dos casos o companheiro também era alcoólatra. Além disso, observou-se também que na maioria dos casos, a relação entre mães e filhas era conflituosa e as filhas eram obrigadas a tomar pequenos goles diante das imposição das mães alcoolizadas. Desta forma, tanto o corpo quanto a mente destas jovens se tornaram dependentes e como o problema vem da infância, fica ainda mais difícil de tratar.
O alcoolismo é uma doença grave que altera o sistema nervoso da pessoa comprometendo sua saúde física e mental. Para tratar o problema é preciso disciplina e muita paciência, pois, o alcoólatra demora a perceber e aceitar o problema e resiste ao tratamento em função da sensação de prazer, que o álcool causa.
Mulheres que precisem de ajuda para enfrentar o alcoolismo podem procurar o Programa de Atenção à Mulher Dependente Química (PROMUD) do Instituto de Psiquiatria (IPq), do Hospital das Clínicas (HC), da FMUSP. O programa gratuito presta atendimento multidisciplinar destinado exclusivamente à mulheres. (texto retirado do site yahoo)
"Como devo fazer para que a abundância entre em minha vida? Se sou um Co-Criador e tenho as mesmas qualidades de Deus, por que não consigo criar abundância na minha vida?
A opinião que temos da nossa vida depende de como nos sentimos, se dignos ou indignos de amor, de sermos amados ou não. De qualquer forma, criamos uma situação externa que reforça a opinião que temos de nós mesmos. Os pensamentos condicionados de escassez derivam da nossa percepção de sermos indignos de amor. Quando não nos sentimos dignos de amor, nós projetamos essa carência para fora, para o nosso exterior.
Cada preocupação em relação a algo que não temos, deriva do fato de vivermos no passado, a "falta" é simplesmente a lembrança, uma memória celular de velhas feridas que foram projetadas no futuro. E o que nos leva a ter pensamentos condicionados de escassez, é o medo que nos aconteça novamente o que já aconteceu no passado, justamente porque ainda não transmutamos aquela memória.
Para pôr fim a pensamentos condicionados de escassez, devemos perdoar o passado. Não importa o que aconteceu, ele não terá mais efeito quando for mudado.
Você se sente tratado injustamente? Se é assim, você projetará essa carência em sua vida, pois só quem se sente tratado injustamente será tratado injustamente. Perdoar o passado e deixá-lo ir torna possível uma escolha atual diferente. Não importa quantas vezes cometemos o mesmo erro, nós temos uma nova oportunidade de perdoar. Sem o perdão é impossível deixar ir os pensamentos de escassez.
Feridas escondidas dão vida a hábitos diários que nos fazem viver no passado e estas feridas devem ser reconhecidas e trazidas à luz da nossa consciência desperta, em todas as convicções e em todos os pressupostos inconscientes também. Isto porque o fato de que não nos lembremos de uma memória, de uma crença, não significa que ela não exista e que não aja na nossa vida diariamente.
A escassez é um professor importante.
Cada coisa que achamos que falta na nossa vida, cada sensação de carência reflete uma sensação interna de não sermos dignos e da qual devemos nos tornar ciente. A experiência da escassez não é um "castigo" de Deus, mas somos nós que mostramos a nós mesmos uma convicção que deve ser corrigida.
A abundância não existe só para dinheiro, mas também engloba outros aspectos da natureza do homem como saúde, amor, amizade, auto-estima, sucesso profissional, inteligência, criatividade, e tantos outros que fazem com que nos sintamos bem, nos dando a sensação de felicidade e plenitude.
Portanto, quando pensamos na falta de dinheiro e quando queremos abundância de dinheiro em nossas vidas, estamos refletindo apenas um aspecto das nossas necessidades interiores. Pois na realidade existe carência de amor, é o amor que traz abundância em nossas vidas."
texto retirado do site "Somos Todos Um"
boa leitura...como agimos em relação ao dinheiro é como agimos em relação as outras áreas de nossa vida...beijos